Les Portugalmaniacs

Une bande de joyeux lurons de Portugalmaniacs vous présentent le Portugal dans la bonne humeur qui leur est coutume

04-09-10

Os rios nascem pequenos

Agua límpida transparente
Do elevo do monte jorrada,
És agua pura à nascente
E no percurso mal tratada !

De gota a gota e cristalina
Na nascente pura e natural,
Que para o mar se inclina
Acabando num grande caudal

A agua correndo suavemente
Sobre pedrinha em pedrinha !
Gota a gota, cresce e fica valente
Até ao Mar que o apadrinha!

Nos montes, Vales, Planaltos !
Corre, corre sempre sem parar,
Em constantes sobressaltos
Da onde nasce, ate ao Mar.

Ninguém lhe impede o sentido
Levando tudo a sua frente
Por mais que seja impedido
Mostra ser mais valente.

Com um percurso atribulado
Recebe vários poluentes,como Óleo
Mercúrio, lixo por todo o lado.
Agora! Mais se aparenta com petróleo.

Mesmo sendo pequeno ribeiro
Não tem entraves nem cancelas.
No seu lema de caminheiro
Tem paisagens muito belas..

Águas para a vida és a fonte,
Mas para a vida futura já é pouca !
A poluição feita em ti ; é tão forte,
Parecendo toda a gente andar louca



Vila de Prado 01 de Maio 2002
Francisco Gomes Vieira
extrait de
'Antologias e Acontecimento’

gagnant du concours de la Vila de Prado

article du journal Terras do homem

Posté par bety à 10:28 - POESIE - Commentaires [2] - Permalien [#]

Commentaires

    RECORDAR

    RECORDAR

    Encontrei umas quadras que de um modo humorístico dão uma volta geral ao concelho da Lourinhã, tocando de uma forma bastante original as muitas freguesias e aldeias que se compõe (no jornal ALVORADA n°473/474 de Junho de 1981).
    Muito embora estas quadras e este jogo de palavras já tenham 29 anos, parecem-me ainda muito adequados à nossa realidade pelo que me ocorreu recor-dá-los sobretudo a quem não teve oportu-nidade de os ler noutros tempos.

    Ratos são de Ribamar
    Oliveiras de Vale Viga
    Engenheiros do Reguengo
    Tão grande é a nossa espiga

    Faltam Curtos no Moledo
    Baltasares na Atalaia
    Os Prazeres estão ba Moita
    E os retornados na Praia

    S. Bartolomeu dá a bruxa
    Os pipis a Marteleira
    Os pedreiros o Seixal
    E o petróleo a Ribafria

    S. Lourenço os frangos
    St.a Bárbara a trovada
    O Paço fica tão longe
    Pena Seca abandonada

    A Ventosa com tijolo
    Capelas 1 Matas 2
    Ponta de Lima e Pragança
    Essas ficam para depois

    Pão de ló de Mirangaia
    O leitinho de Vale Medo
    A água é do Vimeiro
    Bacalhau é de Toledo

    A subida é de Nadrupe
    Baixo acima o Toxofal
    A Cabeça é da Gorda
    E os Bentos do Sobral

    Lá em cima as Fontelas
    Cesaredas e Feteira
    A Serra é do Calvo
    Mas não é da Zambujeira

    Carolos na Areia Branca
    Casal Novo tão branquinha
    Os Moinhos do Montoito
    Que nos molem a farinha

    Mais moinhos na Pinhoa
    Sempre recta a Abelheira
    Sarreiras na Papagovas
    E o padre na Marquiteira.

    Posté par PAPOILA, 09-10-10 à 15:27
  • Lourinhã

    J'ai des amis de Lourinhã , donc les 2 des villages sont cité dans ce poème , je ne sais pas si ils connaissent, je vais leur faire découvrir grâce a toi , merci Papoila

    Posté par bety, 28-10-10 à 17:36

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